O que os outros veem
Em muitas sociedades, o valor de uma pessoa é determinado por seus talentos, dons, aparência, e assim por diante. Olhamos para a aparência externa (1Sm 16:7); afinal, isso é tudo que podemos ver. Assim, nosso conceito próprio costuma ser moldado pela reação que os outros mostram, com base na observação externa que fazem de nós. Se todos lhe disserem que você é bonito, é mais provável que você mesmo se ache bonito.
Mas sempre existe muito mais em cada um de nós do que o olho enxerga. Aqueles que sofrem de baixa autoestima precisam pensar em termos de características ou atributos pessoais que têm verdadeiro valor e não necessariamente o que o mundo valoriza, porque, frequentemente, os valores do mundo não têm nenhum valor para Deus.
4. Quais são as coisas que nossa sociedade e cultura valorizam? Qual é a importância dessas coisas para Deus?
Pode haver exceções, mas a maioria das sociedades tende a atribuir muito valor às características externas, observáveis. Porém, outras características, como honestidade, generosidade, temperança ou firme compromisso aos princípios e ideais, tendem a ocupar lugar secundário.
5. Como o preconceito de gênero, classe ou nacionalidade afeta a autoestima das pessoas? Qual deve ser o alvo do cristão em termos de preconceito e discriminação? Gl 3:28
Os efeitos do preconceito são devastadores sobre a autoestima e o desempenho. Como cristãos, devemos fazer um esforço concentrado para levantar e encorajar os outros, qualquer que seja sua origem.
Em 2 Samuel 9, temos a história de Mefibosete, que poderia ter sido objeto da vingança de Davi. Isso explica por que ele teve medo, se inclinou ao chão e se referiu a si mesmo como “um cão morto”. Ele também era incapacitado. Não há dúvida de que a restauração da propriedade familiar, a relocação de servos e as honras concedidas deram a Mefibosete uma medida extra de valor próprio. A influência que as pessoas têm sobre a autoestima dos outros é extremamente poderosa. Mais do que percebemos, temos a habilidade de formar o conceito próprio dos outros por meio de palavras, ações e até nossa forma de olhar para eles.
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